27 março 2009

Histórias dos bastidores da Revista Nova Eletrônica



Eu no laboratório da Revista Nova Eletrônica em 1979

Do lado direito, o sobrado onde funcionava a Editele e p laboratório da Nova Eletrônica.
Do lado esquerdo a fábrica inicial da Prológica. 
(foto atual)



Eu e Renato Bottini,  meu gerente no laboratório da Nova Eletrônica (foto recente)

Eu e Renato Bottini, em 2020, trabalhando em projetos de automação industrial



Trabalhei no Laboratório da revista Nova Eletrônica nas décadas de 1970 e 1980.

A Revista Nova Eletrônica foi uma das melhores publicações sobre o assunto naquela época.

Trabalhar lá foi uma tremenda oportunidade de aprendizagem. Éramos uma equipe enxuta e bem entrosada, e todos os meses havia uma grande correria para lançarmos pelo menos um kit de algum projeto e escrever alguns artigos. Às vezes, as coisas iam às mil maravilhas; outras vezes, nem tanto. Isso rendeu muitas histórias interessantes, engraçadas e, por vezes, inusitadas.

Tentarei, à medida que for lembrando, postá-las aqui.

As fotos acima do laboratório são de Jorge Juppa, que na época era o responsável pelos desenhos técnicos da revista. Renato Bottini foi o gerente do laboratório e a pessoa que me convidou para fazer parte da equipe de projetistas da revista.

Até o presente momento (2021), Renato e eu continuamos parceiros e desenvolvemos projetos de dispositivos eletrônicos e software voltados para a automação industrial.



LIRPA e LIRPA GT

Quem se lembra dos artigos na Revista Nova Eletrônica (não lembro o número exato) que descreviam um sistema para tocar discos de vinil, onde o disco ficava parado e a agulha se movia em um carrinho, transmitindo o sinal via RF para um receptor?

Pois bem, esse artigo foi uma enorme "gafe" e foi copiado de um artigo de uma revista importada (da qual não me lembro o nome). O artigo original celebrava o primeiro de abril (LIRPA = APRIL ao contrário).

O engraçado é que nem o pessoal da redação da Nova Eletrônica percebeu o absurdo daquilo e publicou.

O sistema era tão ridículo a ponto de afirmar que o sinal de RF emitido pelo carrinho era prejudicial à saúde e que o ouvinte deveria vestir uma roupa blindada especial.

Depois de descobrirem a verdade sobre o artigo, a redação decidiu publicar um novo artigo descrevendo o LIRPA GT, desta vez, "chutando o pau da barraca".





NE Z80 e NE Z8000



NE-Z8000



Quem viveu naquela época sabia que os dois computadores eram cópias dos modelos Sinclair ingleses.

Quando lançamos o NE-Z80, pouco depois foi lançado o BASIC Científico pela Sinclair. Certo dia, um proprietário do NE-Z80, de Brasília, ligou para o Laboratório da revista Nova Eletrônica pedindo ajuda. Ele havia trazido do exterior um kit da Sinclair que transformava o BASIC comum em BASIC Científico.

Este kit era composto por uma ROM e uma membrana de teclado, que implementava as novas funções matemáticas. Ele não conseguia fazer o kit funcionar no NE-Z80. Eu logo percebi o motivo. 

Acontece que o NE-Z80 usava EPROM e o sinal de CS (Chip Select) da EPROM era invertido em relação à ROM original do kit. Ainda não tínhamos esse kit para implementar no NEZ80 e pedi, despretensiosamente, para o rapaz de Brasília enviar o kit para que pudéssemos descobrir qual era o problema e resolver para ele. E não é que ele enviou mesmo!

Então, copiamos a ROM, e o teclado foi enviado para o nosso desenhista replicar. Nós, do Laboratório, decidimos (em off) recompensar o rapaz de Brasília, enviando para ele uma EPROM com o novo software gravado para seu NE-Z80, além de um novo NE-Z80, futuro NE-Z800, com o BASIC Científico.

E foi assim que nasceu o NE-Z8000.


Revista número 56, lançamento do NE-Z80





O PROTECAR E A BRASÍLIA DO CHEFE




Em uma fase da minha vida, coincidente com o período em que trabalhei na Nova Eletrônica, eu era propenso a inusitadas coincidências. Essa foi uma delas.

Em uma das edições, desenvolvemos uma versão automotiva do alarme ultrassônico. Como de costume, tudo precisava ser desenvolvido, testado, descrito e transformado em um kit em menos de um mês, uma verdadeira loucura.

Na fase de testes, nós, simples técnicos, precisávamos testar o alarme em um carro. No entanto, com  o salário de técnicos, ninguém possuía um carro adequado para isso. A solução foi convencer nosso gerente a emprestar sua Brasília zero quilômetro, novinha em folha, como cobaia.

Eu me encarreguei de passar uma manhã inteira no carro, instalando, anotando os procedimentos e testando o alarme, com nosso gerente supervisionando tudo de perto para garantir que nada ficasse fora do lugar ou mal feito em seu precioso veículo. Na hora do almoço, com tudo instalado e testado, nosso gerente pegou a Brasília e foi almoçar.

Não demorou muito, ele ligou de um orelhão (celulares não existiam ainda) aos berros, pedindo que eu pegasse um táxi e fosse encontrá-lo com ferramentas e instrumentos no estacionamento de um banco a alguns quilômetros da Nova Eletrônica. Chegando lá, encontrei-o quase louco, com o alarme arrancado do painel, fios pendurados e a Brasília morta.

Ele esbravejava, dizendo que o alarme tinha danificado o carro e que nem as luzes acendiam mais. Depois de acalmá-lo, religuei os fios originais do carro e, para nossa surpresa, a Brasília continuava morta, sem dar sinal de vida.

Após alguns testes e um tempinho a mais, verifiquei que não havia energia no carro. Fui até a bateria e, pasmem! O cabo da bateria de uma Brasília novinha estava com mau contato no terminal de terra. Foi necessário retirá-lo, limpar os contatos e apertá-lo.

E então, a Brasília voltou à vida. Uma coincidência incrível, pois é um defeito que só apareceu naquele momento, não é comum e nada tinha a ver com a instalação do alarme. Nosso gerente entendeu que não tínhamos culpa na pane da Brasília.

Ao voltar para a Nova Eletrônica, reinstalei o alarme, tomando o cuidado de apertar os cabos da bateria novamente.

À noite, nosso gerente foi para casa e, depois de voltar da faculdade, não pôde colocar a Brasília na garagem porque sua mãe havia feito uma reforma e o piso da garagem estava com o cimento fresco. Ele teve que deixar a Brasília estacionada na rua, em frente à sua casa.

Lá pelas 3 da manhã, o alarme ultrassônico disparou!

Ele saiu da cama xingando todos, inclusive minha mãe. Só não ligou para todos os técnicos porque não havia celulares e eu nem tinha telefone em casa.

Chegando na Brasília, acompanhado pela mãe e pelo irmão, ele percebeu que a porta do carro estava entreaberta. 

Resultado: a instalação do alarme impediu que ele ficasse sem sua Brasília que, por sinal, nem tinha seguro.

E assim, o alarme foi lançado na próxima edição da revista, testado e aprovado.




NEZ80 E O CONTROLE DA NATALIDADE





Após o lançamento do NE-Z80 pela Prológica Microcomputadores, que inicialmente seria um kit da revista  Nova Eletrônica mas não foi devido à complexidade da montagem, fui encarregado de acompanhar o início da produção na linha de montagem da Prológica.

Tudo ia muito bem até que, um dia, decidi criar um programa realmente útil e que coubesse na estupenda memória do NE-Z80, de 1K byte.

Nas horas de folga na fábrica, comecei a desenvolver um pequeno programa que mostrava, em um gráfico, os dias em que a mulher ficava fértil, baseado no primeiro dia da menstruação e na medida diária da temperatura.

O programa calculava qual a faixa de dias em que a mulher provavelmente poderia engravidar. O resultado era um gráfico onde os dias férteis apareciam em negrito. Inocentemente, usei este programa para testar algumas unidades do NE-Z80 na produção.

A linha de produção era composta por 99% de mulheres e, depois que uma delas viu o programa e pediu para eu calcular o período dela, as outras logo ficaram sabendo e começaram a fazer fila na minha mesa para usar o programa. A notícia rapidamente se espalhou.

Não demorou muito para que o Sr. Joseph, um dos diretores do grupo, me chamasse em sua sala para saber o que estava acontecendo e o que exatamente era aquele programa. Pensei que ia levar a maior bronca, mas na verdade, o programa fez tanto sucesso que acabou sendo publicado na revista Nova Eletrônic, o que eu nem imaginava quando o escrevi.

Coloquei apenas uma condição para a publicação do programa: A descrição deveria conter seguinte texto:

"O autor não se responsabiliza pelas consequências do uso do programa, que foi concebido simplesmente para uso didático..."

Fico pensando quantas pessoas existem hoje que podem ser consideradas "Filhos do NE-Z80".

Alguém já assistiu ao filme "A Geração de Proteus" de 1977?

Se não assistiu, assista pois vale a pena.

Naquela época, minha esposa Nice e eu éramos recém-casados e usávamos a "tabelinha" como método anticoncepcional.



Nice, minha esposa e Vanessa minha filha. O feliz resultado do uso da "tabelinha" 
(foto da época)






O BEEP DO POWER 200





Alguns já devem saber que muitos projetos e artigos da Nova Eletrônica eram "baseados" em projetos de revistas estrangeiras. O Power 200 não fugia à regra e, se não me engano, veio da revista Elektor inglesa.

Depois de concluído, instalamos um dos protótipos como sistema de PA na fábrica da Prológica. Em uma noite, daquelas em que inevitavelmente tínhamos que ficar até mais tarde, notei que no alto-falante do PA havia um bip cadenciado com um período bem definido.

Aquilo nos deixou intrigados, pois o Power 200 deveria ser um amplificador de HI-FI e aquele bip era indesejado. No dia seguinte, começamos a investigar em outro protótipo, e realmente, o bip aparecia com uma cadência de aproximadamente um a cada quatro segundos. 

Foi um festival de blindagens, filtros, mudanças de circuito, polarizações  e nada do bip sumir, Ficamos quase uma semana investigando sem sucesso, até que um dia...

Estava, à noite, comendo um sanduíche na varanda do prédio da Nova Eletrônica, ouvindo aquele bip insuportável, quando meus olhos se voltaram para o final da pista do Aeroporto de Congonhas. O laboratório da Nova Eletrônica ficava na Av. Santa Catarina, ao lado e a uns 3 quilômetros do aeroporto.

Percebi que o bip coincidia com o momento em que a antena de radar apontava para nosso prédio. Estava ali o causador do bip.

Alguma junção no circuito estava demodulando o sinal de radar e causando aquele maldito bip. Como o problema ocorria somente com aquela enorme fonte irradiando micro-ondas, (coitados dos vizinhos do aeroporto), não tomamos nenhuma medida de correção no circuito. Se alguém próximo ao aeroporto montou o Power 200, certamente teve o mesmo problema.

Ah!, o Power 200 não tinha, e nem chegava perto dos 200W RMS, entregava aproximadamente 20W RMS por canal. Era baseado em um chip da National, com saída em um par de transistores 3055 e 2955.

Naquela época, existia o artifício de marketing da potência IHF (potência dinâmica ou potência musical).

Se fosse hoje, ele seria anunciado com uns 10.000W PMPO.






DO MANUSCRITO ATÉ O ARTIGO FINAL - O Receptor de rádio controle.

Naquela época, não existiam computadores gráficos à disposição.
Neste projeto, o neurologista Gary Gronich, que trabalhava no projeto do detector de ondas alfa e que entendia muito de rádio controle, lixou minha plaquinha de circuito impresso até chegar à espessura de 0,5mm. Isso ajudou muito a diminuir o peso final do receptor. Gary me ensinou muito sobre rádio controle.













GHOST WRITER!


Em abril de 1981, um de meus artigos na revista Nova Eletrônica,   assinei com o nome de minha esposa Nice.



Nice, hoje.





O Nascimento do CP200




O projeto do CP200 foi uma iniciativa solitária e desacreditada minha, na tentativa de implementar o modo SLOW no NE-Z8000. Como o software do NE-Z8000 era idêntico ao do ZX81, bastava reproduzir a lógica do ZX81 para que o modo SLOW funcionasse.O problema era que o ZX81 possuía um hardware com um chip dedicado, o que dificultava a clonagem. 

Trabalhei por várias semanas, em um trabalho paralelo, com muitas pontas de prova de um analisador lógico Hewlett Packard plugadas,  analizando os sinai em um ZX81 e inúmeras folhas de impressão matricial com o "disassembler" do código da ROM original. 

No final, o circuito saiu. Não era uma lógica idêntica, mas compatível com a do ZX81, ffncionando perfeitamente.

Nas versões mais novas do CP200, essa lógica foi revista, tornando-a mais mais parecida com a original. Cheguei a implementar a lógica em vários NE-Z8000, mas a decisão do marketing foi lançar um novo computador, o CP200.

Esse foi meu último projeto ainda na Revista Nova Eletrônica. Após concluir o CP200, fui convidado a trabalhar na ITAUTEC, que estava prestes a lançar o I7000. Alguns anos depois, fui novamente convidado a voltar ao grupo de empresas ao qual a revista pertencia, desta vez na Prológica.




A HOMOLOGAÇÃO DO WALKIE-TALKIE





Este pequeno transceptor operava na faixa do Cidadão em 27 MHz. 

Não precisava, mas fizemos questão de avaliá-lo no laboratório da VASP no Aeroporto de Congonhas, que era um dos laboratórios credenciados pelo antigo DENTEL.

O Walkie-Talkie foi homologado pelo DENTEL, cuja homologação foi mencionada em um exemplar posterior da Revista Nova Eletrônica.

Foram várias viagens para cumprir a burocracia até a sede do DENTEL, em Brasília, para a conclusão do processo de homologação.





O  PROJETO SINISTRO


Quando eu trabalhava consertando kits da Nova Eletrônica na loja da Filcres, sempre apareciam clientes precisando de algum projeto específico, e os balconistas me indicavam para atender essas demandas.

Uma vez apareceu um senhor que precisava de um projeto para um sistema que seria vendido para cemitérios e seus clientes.

Tratava-se de um alarme para prevenir a morte de pessoas enterradas ainda vivas. 

Essas pessoas poderiam ser vítimas de uma condição transitória chamada Catalepsia, na qual o paciente apresenta uma incapacidade total para se mover, podendo ser confundido com morto.

O projeto consistiria em um sensor de movimento e som, que seria colocado dentro do caixão junto com outros acessórios como oxigênio e iluminação. Quando acionado, o sistema ativaria a liberação do oxigênio e a iluminação, além de transmitir via RF um alarme para a administração do cemitério.

Ilustração de um projeto de alarme primitivo na internet




O senhor , que encomendo projeto, até publicou uma matéria paga em jornal, alertando os leitores sobre o problema. Essa matéria até citava um ator famoso que havia falecido e houve a suspeita de que teria sido enterrado vivo.

Depois de refletir muito, declinei de fazer o projeto. Eu temia que um erro qualquer pudesse custar a vida de alguém.






O WALKIE-TALKIE DO EXEMPLAR NÚMERO  4 


Quem se lembra do Walkie Talkie PX da faixa do Cidadão, que aparece no artigo do primeiro Kit de frequencímetro na Revista Nova Eletrônica número 4? 

Olha o meu exemplar, na minha bancada, hoje em dia! É um rádio Tokai japonês de um único canal (7), com uma antena de quase 1/4 de onda (cerca de 2 metros de altura) e uma potência de 200 mW. Este exemplar foi adquirido em 2017 e fabricado na década de 60.

Ele possui uma sensibilidade tão grande que, em determinadas condições de propagação e com uma antena externa, eu conseguia ouvir transmissões originárias da Itália, estando em Santos - SP. Claro, com essa potência de transmissão, só conseguia alcançar alguns quilômetros.




2017


1977







Entrevista no site Retrocomputaria.com:



Propaganda da loja da Filcres, na Sta. Ifigênia, onde iniciei no grupo da Editele, Prologica e Filcres.




Gadgets com microcontroladores AVR

Ultimamente, estou viciado em projetos utilizando microcontroladores AVR. São poderosos, versáteis, fáceis de encontrar e principalmente baratos.

Hoje com os compiladores BASIC e C, a programação e utilização está praticamente ao alcançe de todos os entusiastas em eletrônica.

Nas minhas pesquisas na NET deu para juntar uma série de projetos e gadgets bastante interessantes e a maioria de baixíssimo custo.

Aqui estão alguns deles:

Osciloscópio terminal

Muitas vezes precisamos de uma forma rápida e prática de visualizar os dados enviados pelos nosso projetos através da interface serial, ou seja para debug, ou para visualizar dados adquiridos de algum sensor ou interface.

Na maioria das vezes, pensamos em enviar os dados para um display LCD. O LCD tem uma capacidade limitada, com relação ao número de caracteres a serem mostrados.

O este projeto apresenta uma forma prática e funcional para a visualização de dados da serial.
Ele apresenta os dados em uma tela de osciloscópio comum, podendo ser facilmente construído e incorporado aos instrumentos de sua bancada.

http://www.dutchtronix.com/TerminalH2-0.htm

TV Terminal


Na mesma linha do projeto anterior este aqui envia os sinais para uma TV comum ou monitor com entrada de vídeo composto.
Além de mostrar os dados recebidos pela serial, este projeto implementa uma interface para teclado PS/2, enviando os caracteres teclados pela mesma serial.

É um terminal completo e compacto, costruído com apenas um ATMEGA8 e alguns componentes passivos.

http://www.serasidis.gr/circuits/TV_terminal/Small_TV_terminal.htm

Gravador USB para a linha AVR


Existem vários gravadores para microcontroladores AVR na net. Alguns usam a interface serial RS232, outros usam interface USB.
A maioria dos novos computadores não possuem mais interface serial, o que nos obriga a utilizar adaptadores USB > RS232 para "tentar" usar os gravadores que utilizam a interface serial RS232. Quando esta adaptação funciona, o processo de gravação é, por vezes, muito lento.
Alguns gravadores, utilizam a interface USB, porém, seus circuitos são projetados em cima de controladores que possuem interface USB na sua arquitetura. Estes controladores são difíceis de encontrar e seu preço, as vezes, proibitivo.
O Projeto do gravador a seguir utiliza um ATMEGA8, cuja interface USB foi implementada por software. O circuito utiliza poucos componentes, é bastante compacto e de custo bastante convidativo.
Ele utiliza o software AVRDUDE, bastante popular, para a gravaçao. Este software tem o inconveniênte de ser operado por linha de comando, porém existem várias GUIs disponíveis na net.

http://www.fischl.de/usbasp/


Scanalogic, um analizador lógico com excelente performance e um minúsculo circuito


Um excelente analizador lógico, baseado num Atmega16, com taxa de amostragem de até 4 milhões por segundo, que funciona conectado a uma interface serial RS232 do pc ou através de um adapatador USB > RS232.

Para baixar os arquivos é necessário fazer um cadastro gratúito no site do desenvolvedor.

http://www.ikalogic.com/scanalogic_home.php